Cowsandsheep

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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Autor e Obra

Stephen Edwin King


Stephen Edwin King nascido em Portland, 21 de setembro de 1947, é um escritor norte-americano, reconhecido como um dos mais notáveis escritores de contos de horror fantástico e ficção de sua geração. Os seus livros venderam mais de 350 milhões de cópias. Seus livros foram publicados em mais de 40 países e muitas das suas obras foram adaptadas para o cinema. É o nono autor mais traduzido no mundo.
Embora seu talento se destaque na literatura de terror/horror, escreveu algumas obras de qualidade reconhecida fora desse gênero e cuja popularidade aumentou ao serem levadas ao cinema, como nos filmes Conta Comigo, Um Sonho de Liberdade (contos retirados do livro As Quatro Estações),Christine, Eclipse Total, Lembranças de um Verão e À Espera de um Milagre.
O seu livro, The Dead Zone, originou a série da FOX com o mesmo nome. O próprio King já escreveu roteiros de episódios para séries, como Arquivo X, em que ele escreveu o roteiro do episódio "Feitiço", da quinta temporada.

Christine 
Christine é um romance estadunidense com toques de suspense, escrito por Stephen King e publicado em 1983. Conta a história de um carro - um Plymouth Fury 1958 chamado Christine - que, aparentemente, possui vida própria.   
                                                    

sábado, 20 de julho de 2013

Encontro "As Ondas" de Virginia Woolf

Mais um encontro, mais um momento muito bom. (E olha que desta vez tivemos ate um rapazinho.)
Com novos membros, nosso encontro fica cada vez mais rico.
Bem vindos, Jack e Giovanni!

Agora, cenas dos próximos capítulos:

Como tínhamos determinado pelas votações no Facebook, nosso novo tema é Stephen King.
Os livros indicados foram:

  1. O Cemitério
  2. A Espera de Um Milagre
  3. Christine
  4. Angústia
  5. Carrie 
  6. A Maldição do Cigano
E o escolhido foi: 
CHRISTINE!!! 

Aguardem postagem sobre o autor e o livro em breve. 
Nosso encontro será em Setembro. 

Vejo vocês lá. 

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Chá de bebê disfarçado de Sarau

No dia 8 passado tivemos nosso "Chá de bebê disfarçado de Sarau".
Um momento bom para comemorar a chegada da Luna. Logo, logo ela vai estar aqui e vai ter a gente para ensiná-la no bom caminho dos livros e da imaginação.

A Luna ganhou presente, poeminhas e contos, e um carinho.
(até eu ganhei presente - Brigada Dona Dodora!)

Parabéns Papai Wes e Mamãe Teffa. Toda a felicidade do mundo para vocês e sua bebezinha.

Até a próxima!

domingo, 19 de maio de 2013

AS ONDAS


Por Alexandra Lucas Coelho 

Poucos romances, em todo o século XX, nos mostraram tão intensamente como a literatura podia ser ainda uma coisa nova e viva.

Podemos começar pelo que este livro não é, para arrepiar caminho. E para isso, tomemos de empréstimo o que dele disse Jorge Luis Borges: "Não há argumento, não há conversa, não há acção." Era um cumprimento. E Virginia Woolf estaria de acordo. Assim, solto da ganga romanesca e dentro da cabeça que pulsa, o quis ela, desde o princípio.

Em Novembro de 1928 - tinha ela 44 anos, e era já a autora aclamada de "Orlando, "Mrs. Dalloway" ou "Rumo ao Farol", três dos seus mais notáveis romances -, escreveu Virginia Woolf no seu diário: "Quero eliminar todo o desperdício, todas as coisas mortas, o supérfluo: dar o momento inteiro, com tudo o que faz parte dele. Digamos que o momento é um misto de pensamento, de sensação, a voz do mar... Esse medonho assunto da narrativa realista, avançar do almoço para o jantar, é falso, irreal, meramente convencional. Porquê admitir algo na literatura que não seja poesia - até à saturação, mesmo? É isso que quero fazer em 'As Mariposas'".

"As Mariposas" foi, entre 1928 e 1929, o título provisório desse projecto, dessa "tentativa completamente nova" no interior da literatura. Depois, quando Virginia Woolf se lembrou "de repente" (a expressão é dela) que as mariposas só voam de noite, mudou o título para "As Ondas". E no Outono de 1929 começou a escrever aquela que viria a ser considerada por muitos (não Borges, que preferia "Orlando") a sua obra-prima.

Bernard, Neville, Louis, Jinny, Susan, Rhoda. Seis personagens, seis vozes que falam, não umas com as outras, não para fora, mas dentro de si - há ainda uma sétima personagem, Percival, que a todos fascina, mas que nunca escutaremos.

Cada fala destas seis personagens (seis faces de um rosto único?) é a torrente caótica e fabulosa de imagens e palavras que se forma dentro da cabeça em minutos, em segundos. São eles - as suas vozes, sempre em discurso direto - que nos levam através do seu percurso, da infância à maturidade, em nove etapas. O livro percorre, nessas etapas, o tempo da vida humana.

Mas há um outro tempo, paralelo, sem personagens, sem fala, antes de cada etapa: uma descrição da viagem que o sol faz ao longo de um dia, e do efeito desse movimento numa paisagem com mar. As ondas quebram-se assim, sincopadamente, tal como bate o coração.

Referência: http://static.publico.pt/docs/cmf/autores/virginaWolf/amanha.htm

Virginia Woolf 




Virginia Woolf (Londres 25 de Janeiro de1882 —Lewes, 28 de Março de 1941) foi uma escritora, ensaísta e editora britânica, conhecida como uma das mais proeminentes figuras do modernismo.
Woolf era membro do Grupo de Bloomsbury e desempenhava um papel de significância dentro da sociedade literária londrina durante o período entre guerras. Seus trabalhos mais famosos incluem os romances Mrs Dalloway (1925), Passeio ao Farol (1927) e Orlando (1928), bem como o livro-ensaio Um Quarto Só Para Si (1929), onde encontra-se a famosa citação "Uma mulher deve ter dinheiro e um quarto próprio se ela quiser escrever ficção", As Ondas (1931). A sua última obra foi Entre os atos, publicada em 1941, posterior à sua morte.

No dia 28 de Março de 1941, após ter um colapso nervoso Virginia suicidou-se. Ela vestiu um casaco, encheu seus bolsos com pedras e entrou no Rio Ouse, afogando-se. Seu corpo só foi encontrado no dia 18 de abril.1
Em seu último bilhete para o marido, Leonardo Woolf, Virginia escreveu:
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Querido,
Tenho certeza de estar ficando louca novamente. Sinto que não conseguiremos passar por novos tempos difíceis. E não quero revivê-los. Começo a escutar vozes e não consigo me concentrar. Portanto, estou fazendo o que me parece ser o melhor a se fazer. Você me deu muitas possibilidades de ser feliz. Você esteve presente como nenhum outro. Não creio que duas pessoas possam ser felizes convivendo com esta doença terrível. Não posso mais lutar. Sei que estarei tirando um peso de suas costas, pois, sem mim, você poderá trabalhar. E você vai, eu sei. Você vê, não consigo sequer escrever. Nem ler. Enfim, o que quero dizer é que é a você que eu devo toda minha felicidade. Você foi bom para mim, como ninguém poderia ter sido. Eu queria dizer isto - todos sabem. Se alguém pudesse me salvar, este alguém seria você. Tudo se foi para mim mas o que ficará é a certeza da sua bondade, sem igual. Não posso atrapalhar sua vida. Não mais. Não acredito que duas pessoas poderiam ter sido tão felizes quanto nós fomos.V.
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Encontra-se sepultada em Non-Cemetery, Sussex na Inglaterra.


Referência: http://pt.wikipedia.org/wiki/Virginia_Woolf







sábado, 18 de maio de 2013

Encontro "Helena"

Hoje foi nosso encontro sobre o belíssimo livro de Machado de Assis, "Helena".
Como eu já gosto do Machadão fica meio suspeito, mas o livro é perfeito.

Além da conversa boa e da comida boa foi hora de decidir entre as grandes obras de Virginia Woolf nossa próxima viagem.

Os livros indicados foram:
1. Orlando
2. As Ondas
3. Mrs. Dalloway
4. Os Anos

O escolhido foi As Ondas e nosso encontro será em 20 de Julho.
Até lá.

sábado, 13 de abril de 2013

Machado de Assis - Helena


Sobre o Romance



Helena, terceiro romance publicado por Machado de Assis, saiu pela primeira vez em livro em 1876. Em 1905, veio à luz a segunda edição, ainda em vida do autor, o que, em princípio, a tornaria o texto a partir do qual se deveria fazer a preparação de edições fidedignas do romance.
No entanto, por causa de uma gralha na impressão da primeira edição, logo na primeira frase do primeiro capítulo, a segunda edição consagrou, para as futuras, a data de abril de 1859 para a morte do conselheiro Vale, acontecimento que desencadeia toda a trama do romance. Na verdade, o ano só pode ser 1850, tal como está na primeira edição, embora o quadrante esquerdo inferior do algarismo zero, nessa edição, esteja mal impresso, quase apagado, e daí seja possível deduzir a origem do erro que se perpetuou em quase todas as edições seguintes. A data que Helena põe no desenho que oferece a Estácio no capítulo XI, julho de 1850, o comprova, indicando também que toda a ação se desenrola nesse ano.
O relato desse equívoco serve, quanto mais não seja, para indicar que, no trabalho de estabelecimento de textos literários, não pode haver regras fixas e que o melhor será sempre compulsar mais de uma edição. 


Adaptações

O romance foi adaptado para televisão em forma de telenovela três vezes: em 1952, exibida pela TV Paulista; em 1975 exibida pelaRede Globo; e em 1987, quando foi exibida pela Rede Manchete.
A obra foi adaptada para uma revista de história em quadrinhos ao estilo mangá pelo grupo Studio Seasons, que foi publicada pela NewPOP Editora.

Referencias: